Pedro Gonçalves, pré-candidato a deputado estadual, levanta bandeira de combustíveis mais baratos em Goiás

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Pedro Gonçalves, pré-candidato a deputado estadual, levanta bandeira de combustíveis mais baratos em Goiás
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Quando questionado pelo repórter Ivair Gaguinho sobre os altos preços e sobre um possível cartel dos postos de combustíveis em nossa cidade,

Durante entrevista ao site Informativo Cidades, Pedro Gonçalves (MDB), advogado e pré-candidato a deputado estadual deu detalhes do seu projeto que visa baixar os preços altos dos combustíveis de Goianésia e de Goiás.
Quando questionado pelo repórter Ivair Gaguinho

sobre os altos preços e sobre um possível cartel dos postos de combustíveis em nossa cidade, Pedro que também foi secretário de projetos na gestão do atual prefeito Renato de Castro (MDB) foi bem direto ao ponto. “Todo mundo que abastece seus veículos em Goianésia, principalmente os que costumam ir a Goiânia, tem visto a diferença nos preços. Temos por repetidas vezes recebido fotos de tabelas mostrando essa discrepância de preços, e por isso estamos

propondo duas alterações legislativas que podem trazer esses preços pra baixo, uma no plano estadual e outra no plano federal. No plano estadual vou propor ao governo do estado a adoção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) regressivo, isso de acordo com a distância do destino dos combustíveis. É uma injustiça com Niquelândia, Jataí e outras cidades que ficam mais longe do centro de distribuição que fica em Senador Canedo, pagarem preços maiores em decorrência do frete, a minha proposta é, quanto mais longe for a cidade mais

baixo será o ICMS, pra que aqueles cidadãos possam pagar preços mais parecidos com os preços praticados na capital. E no âmbito federal, sendo deputado estadual terei força pra exigir dos nossos representantes federais a adoção da venda direta do etanol das usinas para os postos. É um absurdo que uma cidade produtora de etanol e sua região pague preços tão altos pelo mesmo. O etanol sai daqui com o custo de 30 a 40 centavos o litro, vai pra Senador

Canedo e tem o custo do frete, tem a margem de lucro da distribuidora, tem o frete da vinda e o ICMS em todas as operações, por que não permitir que as usinas possam vender seus produtos diretamente aos postos? Com uma medida simples de âmbito regulatório federal, nós podemos chegar a preços muito menores no etanol e que vai refletir no preço da gasolina. Cerca de 27% da gasolina vendida nos postos é composta por etanol, havendo essa venda direta os postos podem, eles mesmos, fazerem essa mistura. É inclusive muito fácil fiscalizar esses

estabelecimentos, com um exame laboratorial simples, dá pra saber se esta mistura está obedecendo os limites da lei. Portanto essas são minhas propostas, pra diminuir os preços nos postos, são factíveis, possíveis e vamos lutar pra chegar lá. Já existe um projeto de lei que visa a abrir essa possibilidade, vamos fazer um esforço dentro da câmara federal junto aos deputados e aos senadores pra que esse projeto seja aprovado”.

Outra questão levantada, foi quanto a viabilidade dessas propostas e Pedro disse ser possível. “São propostas audaciosas, mas totalmente viáveis. Eu tenho experiência nisso porque, trabalhei 4 anos e meio em Brasília e lá já sugeri ao deputado Daniel Vilela (MDB) um projeto de lei pra atender aos interesses das advogadas gestantes, que já foi aprovado na câmara e no senado já tendo virado lei, propus ao deputado Daniel que propusesse um projeto de lei pra que adicionasse Goianésia, Barro Alto e Vila Propício a RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento do

Entorno), esse projeto já foi aprovado em todas as comissões da câmara, no plenário da câmara, foi enviado pro senado, foi aprovado nas comissões e falta apenas uma única votação no senado pra que seja aprovado. Eu tenho experiência, eu sei como fazer, eu sei o caminho das pedras do legislativo federal e sei o que fazer pra que este projeto de lei seja aprovado atendendo aos interesses de Goianésia e todas as outras cidades que sediam ou estão próximas a usinas de etanol e que poderão ter este produto diretamente aos postos de combustíveis, muito mais baratos do que aqueles que compram das distribuidoras”.

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