O crime aconteceu na Avenida JK – setor Belo Horizonte – onde o casal morava com os três filhos – que presenciaram a discussão,
A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio da Delegacia de Goianésia, cumpriu um mandado de prisão expedido pela Comarca de Niquelândia, em desfavor do principal suspeito de ter golpeado uma a companheira de 28 anos no dia 14 de junho de 2025 em Niquelândia.
O crime aconteceu na Avenida JK – setor Belo Horizonte – onde o casal morava com os três filhos – que presenciaram a discussão, que era constante entre o casal, e também foi na frente dos mesmos que o homem de 38 anos, de posse de uma faca, desferiu o golpe que tirou a vida de Amabhia Chinagria Pereira da Silva, natural de Porangatu.
As informações apuradas pela redação do Plantão de Notícias foram de que o crime tenha sido cometido por volta das 10:20, quando o homem saiu de casa levando os três filhos em um Fiat Palio de cor verde. Na Avenida Radial ele colidiu contra um caminhão e evadiu-se a pé, deixando os filhos no veículo.
Populares que se aproximaram do carro, ouviram um dos meninos dizer que o pai havia “matado” a mãe. Quando chegaram na casa, depararam com Amabhia Chinagria ensanguentada, sendo socorrida e encaminhada ao pronto-socorro do Hospital Municipal Santa Efigênia, onde ela veio a óbito.
Desde o dia do crime que o companheiro de Amabhia Chinagria não foi mais visto. Em contato com o delegado responsável pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), Cássio Arantes informou que havia instaurado um inquérito para apurar o crime e já havia solicitado um mandado de prisão contra o agressor, o qual Amabhia havia solicitado medida protetiva, mas pediu o cancelamento da mesma após reatar o relacionamento com o companheiro.
Na última quarta-feira, o homem se apresentou à autoridade policial na cidade de Goianésia. Como já havia em seu desfavor, o mandado de prisão, ele foi cumprido e o suspeito de ter assassinado Amabhia foi preso e recolhido ao presídio local, para ser recambiado para Niquelândia e ser ouvido pelo delegado que investiga o crime.
Até o momento da publicação dessa edição, nossa redação não conseguiu contato com a defesa do preso, para manifestação ao caso.

Informativo Cidades

