Aos 50 anos, ele também é formado em direito. Defesa nega as acusações e diz que ‘não existem provas que sustentem a denúncia’.
Iram de Almeida Saraiva Júnior, de 50 anos, que foi preso nesta quarta-feira (1º) suspeito de estuprar uma crianç2 anosa de , no Rio de Janeiro, é ex-deputado estadual de Goiás e atua como médico em Niteroi, na Região Metropolitana do Rio.
A defesa do suspeito negou as acusações e reafirmou sua inocência, pontuando que “não existem provas que sustentem a denúncia, tampouco fundamentos para justificar sua prisão preventiva”. O advogado Alexandre Mallet reforçou que o cliente colaborou com as investigações e respeitou todas as decisões judiciais.
Natural de Goiânia, o investigado é filho de Iram de Almeida Saraiva, que foi vereador, deputado estadual e federal, senador e ministro do Tribunal de Contas da União.
Ele se formou em medicina na Fundação Técnico-Educacional Souza Marques em 2022. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Creme-RJ) disse que tomou conhecimento sobre o caso pela imprensa e que está “apurando os fatos”.
Iram também se formou em direito pela Universidade Federal de Brasília (Unb), em 1996, e atuou durante anos como advogado. Além disso, foi diretor-geral de uma faculdade em Goiânia de 2003 a 2005.
Carreira política
Segundo informações da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Iram foi vereador na Câmara Municipal de Goiânia de 1997 a 2000, pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o atual Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
Em 1999, ele foi eleito como deputado estadual e permaneceu no cargo até 2003. Dois anos antes do fim do mandato, ele concorreu a vice-prefeito de Goiânia ao lado de Mauro Miranda pelo PMDB.
Em 2004, o suspeito foi eleito novamente como deputado estadual e permaneceu no cargo até 2007. Ele também foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (Banco do Estado de Goiás) e vice-presidente do Diretório Metropolitano do PMDB de 1998 a 1999.
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Preso em casa
De acordo com a Polícia Civil, Iram foi preso em casa, na Barra da Tijuca, após mais de seis meses de investigações. Os policiais coletaram e analisaram depoimentos de testemunhas, relatórios de um pediatra e de um psicólogo. Além disso, a vítima também foi ouvida.
Anteriormente, o médico já havia sido alvo de busca e apreensão e teve o celular apreendido para análise.
Conforme apurado , a denúncia foi realizada em março, na creche onde a criança estudava, e repassada à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav). Ele também é investigado por injúria e perseguição contra a ex-mulher.
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