Influenciadora está entre os presos em megaoperação contra suspeitos de comprar dados bancários e furtar mais de R$ 160 milhões

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Influenciadora está entre os presos em megaoperação contra suspeitos de comprar dados bancários e furtar mais de R$ 160 milhões
10-07-2025
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Segundo a polícia, ela e o marido deram golpe de R$ 15 milhões. Ao todo, 32 pessoas foram presas em Goiás, no Rio de Janeiro e DF.

Uma influenciadora goiana e o marido dela estão entre os 32 presos suspeitos de fazer parte de um esquema criminoso que comprova informações na dark web para aplicar fraudes bancárias. Segundo a Polícia Civil, o casal é investigado por causar um prejuízo de R$ 15 milhões. Ao todo, conforme a investigação, o grupo furtou R$ 164 milhões de bancos e outras instituições financeiras.

Os nomes dos presos não foram divulgados pela polícia. Por isso, não conseguimos  localizar  a defesa deles.

Segundo a delegada Bárbara Buttini, responsável pela investigação, a influenciadora mora em Goiás, mas foi presa em um apartamento no  Rio de Janeiro, junto ao marido, nesta quinta-feira (10). Nas redes sociais, a mulher postava vídeos e fotos ostentando uma vida de luxo.

Como funcionava o esquema

Segundo a delegada , o processo de identificação dos envolvidos começou há um ano e meio. O grupo criminoso comprava dados bancários, números de cartões e informações confidenciais de clientes bancários por meio de sites na dark web, utilizando criptomoedas, segundo a polícia.

“Usamos todos os meios de investigação, permitidos na legislação, para conseguir destrinchar os casos”, disse Bárbara.

A delegada explicou que, com as informações pessoais, os criminosos usavam impressoras e sistemas de computador para falsificar documentos públicos e particulares.

De acordo com a investigação, com os documentos falsificados, o grupo cometia fraudes e aplicava golpes, furtando dinheiro de contas bancárias. O prejuízo era arcado pelas instituições financeiras.

Segundo a delegada, para lavar o dinheiro obtido ilegalmente, os envolvidos criavam empresas de fachada e transferiam os valores entre elas, até que o capital fosse sacado, dando aparência de legalidade ao montante.

 Polícia Civil realiza megaoperação contra grupo suspeito de comprar dados bancários — Foto: Divulgação/Polícia Civil
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