O atropelamento aconteceu no sábado (27). Para a Defensoria Pública, que faz a defesa do suspeito, disse que não vai comentar o caso.
Aparecida Alves, de 61 anos, morreu após ser atropelada pelo motorista Gabriel Alves Conceição, que estava bêbado. Ela era servidora da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e estava trabalhando com outro colega que continua internado na enfermaria do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
O atropelamento aconteceu no sábado (27). Para a TV Anhanguera, a Defensoria Pública, que faz a defesa do suspeito, disse que não vai comentar o caso.
Os dois foram atingidos pelo veículo enquanto faziam um serviço de poda na Avenida Americano do Brasil, no Parque Santa Rita.
Segundo a reportagem da TV Anhanguera, na audiência de custódia realizada na segunda-feira (29), a Justiça decidiu que Gabriel responda ao processo em liberdade mediante o pagamento de uma fiança de R$ 5 mil.
Em depoimento, o suspeito confessou que ingeriu quatro latas de cerveja e doses de pinga antes de dirigir. Gabriel alegou que teve um apagão e só se lembrou do acidente quando estava na delegacia. Com a morte da servidora confirmada, o motorista pode responder por homicídio doloso, informou a TV.]
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