Pai é inocentado por matar motorista que matou o filho dele atropelado em Goiânia;

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Pai é inocentado por matar motorista que matou o filho dele atropelado em Goiânia;
10-09-2025
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Dedilson de Oliveira Souza presenciou a morte do filho, Danilo Pignata, de 8 anos. Crime aconteceu em dezembro de 2022.

Dedilson de Oliveira Souza foi inocentado por ter matado o motorista que atropelou e matou Danilo Pigneta de 8 anos, filho do réu. Dedilson presenciou a morte da criança e reagiu agredindo o motorista Francilei da Silva Jesus com chutes e pedradas (assista acima). O julgamento foi realizado na quarta-feira (10), na 2ª Vara Criminal de Crimes Dolosos Contra a Vida, em Goiânia.

O crime aconteceu no dia 17 de dezembro de 2022.  Os advogados do pai disseram que fizeram a defesa considerando o caso como um homicídio privilegiado, quando o fato ocorre sob forte emoção.

Segundo relatório do julgamento, oito testemunhas e sete jurados estiveram presentes. A investigação apontou que o motorista estava embriagado no momento do atropelamento.

No julgamento, o juri votou pela absolvição do réu e a Justiça acolheu a tese sustentada pela defesa. O juiz Lourival Machado da Costa declarou o réu absolvido da acusação.

Após o atropelamento, as imagens mostram o pai agredindo fisicamente o motorista com chutes e pedradas. O motorista chegou a ser socorrido, mais morreu tres dias depois.

Relembre o caso

O vídeo divulgado  mostra o motorista realizando uma curva à direita e ao perder o controle o carro sobe no canteiro. Pelas imagens, é possível ver Francieli atingindo Danilo que estava encostado em uma árvore.

Danilo estava vendendo balas com o pai em um semafaro no dia do atropelamento. O pai conseguiu pular e escapou do acidente. Ao ver que o filho foi atingido, Dedilson começou a agredir o motorista.

O motorista foi internado no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), mas morreu três dias depois.

Após as agressões, Dedilson chegou a ser preso suspeito de tentativa de homicidio. Durante audiência de custódia, a juíza Luciane Cristina Duarte da Silva concedeu a liberdade provisória. Ela apontou que o crime aconteceu devido à forte emoção do pai ao ver o filho morto.

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