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Síndico alvo de protestos em Anápolis diz que empresa patrocina ‘complô’ contra ele

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04-02-2026
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Randerson Aguiar cita que tem cinco mandatos na administração e teve todas as contas aprovadas em assembleias

O sindico do condominio Torres en Anapolis, alegou que é vítima de perseguição de um grupo patrocinado por uma empresa excluída por ele do quadro de prestadoras do serviço. Randerson Aguiar disse que, nos últimos seis meses, foi envolto em uma armação e recebeu até ameaças de moradores.

“Tinha uma empresa que prestava serviço e essa empresa não recolhia impostos. A partir do momento que eu desliguei essa empresa, começaram os ataques”, disse. “Essa empresa patrocinou um grupo de moradores que se tornaram verdadeiros algozes, tanto é que foram processadas. Tem vários deles que foram condenados. Inclusive alguns que estão aparecendo”, completou.

“Eu sou vítima de uma armação, de uma perseguição sem precedentes. Tenho vivido os últimos seis meses da minha vida de forma muito difícil. Fui ameaçado fisicamente. Minha integridade física, da equipe que trabalha comigo – subsíndicos, conselheiros e funcionários que trabalham terceirizados para nós – são assediados moralmente de uma forma muito intensa por moradores envolvidos nesse processo de denúncia que não é verdadeira”, completou.

Aguiar diz que está no seu quinto mandato como síndico e teve todas as contas dos quatro mandatos anteriores aprovadas em assembleias e registradas em cartório. O mandato atual termina no dia 28 de fevereiro.

O síndico também rebateu acusações de falta de transparência e diz que promove assembleias amplas, com instalação de aparelho de som e transmissão em telão. “Existe um grande complô”, afirma. Ele relata ainda que sofreu ameaças e foi perseguido por três quilômetros por um condômino na Avenida Presidente Kennedy.

Gestão financeira

Aguiar admitiu que o condomínio opera sem reserva, como alegam os moradores, mas argumenta que a situação é normal. Segundo ele, noutras ocasiões foi proposto um aumento da taxa de condomínio, rejeitado pela maioria dos proprietários do Torres do Mirante.

“Todo condomínio deve. E dever não é crime. O gestor, gerindo com recurso muito curto. Nos três últimos mandatos, a assembleia não aceitou o aumento da taxa. Não existe nenhum documento circulando na imprensa de como eu desviei recursos. Não há nada de errado. Todos os serviços contratados foram prestados”, ressalta.

 

Cartório

Os moradores realizaram uma assembleia para destituir o síndico – que considera o ato ilegítimo – em julho do ano passado. A ata, porém, não foi registrada pelo cartório. O grupo dissidente cita vínculos políticos de Aguiar, que é da diretiva municipal do PL e diretor do Sindicato Rural, como fator para que o tabelião não fizesse o registro. O síndico nega.

“É a mesma coisa de acreditar em Papai Noel e duende. Não tenho poder nenhum em cartório algum. Não tem crime em ser amigo, mas quem impediu foi a Justiça.”

Questionado sobre o motivo de não deixar o cargo depois dos protestos da última segunda-feira (2), ele diz que isso seria ‘admitir que tem algo a esconder. “Não sou um homem covarde. Não tenho um passado sujo. Não tenho nada a esconder. Se eu for renunciar por uma simples denúncia e por uma ameaça. Minha lógica é cumprir o mandato”, afirma.

 

Aguiar também indica que pode concorrer a outro mandato. “Isso é outra decisão. O medo deles é eu estar no processo eleitoral. Só se for”, frisa.

 

 

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