Síndico que confessou ter matado corretora já foi preso por adulterar placa de carro

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Síndico que confessou ter matado corretora já foi preso por adulterar placa de carro
31-01-2026
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Cleber Rosa de Oliveira confirmou disse à Polícia Militar que havia colado fita isolante nas placas para evitar multas. Síndico confessou ter matado Daiane Alves Souza, em Caldas Novas.

O síndico que  confessou o crime de Daiane Alves de Souzaem Caldas Novas, na região sul de Goiás, foi preso por adulterar a placa de um veículo. Ao ser abordado pela Polícia Militar, Cleber Rosa de Oliveira confirmou que havia colado fita isolante na placa para evitar multas, segundo o relatório do Tribunal de Justiça de Goiás.

O caso aconteceu em junho de 2022, em Caldas Novas. À época, Cleber foi preso em flagrante e liberado após pagar fiança de R$ 1.212. O processo foi arquivado em maio de 2025.

O síndico foi preso após confessar ter matado e abandonou o corpo de Daiane  em uma região de mata, em Ipameri, na região sul de Goiás. Cleber e o filho Maicon Douglas foram mantidos presos após audiência de custódia na quinta-feira (29), segundo o Ministério Público de Goiás.

O filho é investigado por participação no assassinato de Daiane Alves e por atrapalhar as investigações sobre o pai. No dia do assassinato, ele publicou uma foto nas redes sociais relembrando uma viagem para a praia.

A defesa de Cleber disse que ele respondeu todas as indagações na audiência de custódia e segue contribuindo com as investigações. A defesa de Maicon disse que ele não possui qualquer envolvimento, direto ou indireto, com o crime confessado pelo pai.

Entenda o caso

Daiane foi morta 17 de Dezembro após tera saido do elevador  o elevador do seu prédio. Depois de ter ficado mais de 40 dias desaparecida, a polícia prendeu, na última quarta-feira (28), Cleber e o filho, enquanto dormiam.

Logo após a prisão, Cleber mostrou à polícia o local onde deixou o corpo da corretora, em uma área de mata, às margens da GO-213, já no município de Ipameri, a cerca de 20 km de Caldas Novas.

Ela e o síndico tinham um histórico de brigas e denúncias que teve ate por interrupção ded energia em seu apartamento, de acordo com a Polícia Civil.

O Ministério Público de Goiás denunciou o sindico por perseguição (stalking), com agravante de abuso de função, além de uma série de ações, incluindo agressões físicas e verbais, praticadas por ele ao longo de dez meses, em 2025.

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