Tribunal do Júri de Goianésia profere senteça a três homens pela morte de Maycon Murilo Siqueira

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Tribunal do Júri de Goianésia profere senteça a três homens pela morte de Maycon Murilo Siqueira
01-08-2025
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A motivação por trás do crime foi, segundo a denúncia do MPGO, assinada pelo promotor de Justiça Felipe Oltramari, um suposto relacionamento entre a vítima e a companheira do mandante. Rafael Campos Souza,

Goianésia, Goiás – O Tribunal do Júri de Goianésia proferiu a sentença contra três homens envolvidos no assassinato de Maycon Murilo Siqueira, em um caso que chocou a comunidade local. Os réus foram condenados na quinta-feira, 24, após a sustentação em plenário realizada em atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAEJuri) e da promotora de Justiça responsável pelo caso. A condenação representa uma importante vitória para o Ministério Público de Goiás (MPGO), que denunciou os acusados em dezembro de 2019 e buscou incansavelmente a justiça.

Os detalhes de um crime passional

A motivação por trás do crime foi, segundo a denúncia do MPGO, assinada pelo promotor de Justiça Felipe Oltramari, um suposto relacionamento entre a vítima e a companheira do mandante. Rafael Campos Souza, mesmo detido na Unidade Prisional de Goianésia, planejou e coordenou a execução de Maycon Murilo Siqueira de dentro da cadeia. Para isso, ele contou com o auxílio de Willy de Jesus Fernandes e Marcos Fernando da Silva Pereira, a quem prometeu uma recompensa pela execução do plano.

Em 24 de outubro de 2019, a tragédia se concretizou. Por volta das 20h00, Marcos e Willy executaram Maycon Murilo em via pública, atingindo-o com disparos de arma de fogo pelas costas. A brutalidade do ato e o planejamento meticuloso, orquestrado à distância por Rafael Campos Souza, foram cruciais para a tese apresentada pela acusação.

As penas e a atuação do MPGO

Durante a sessão do júri, a promotora Gisele de Sousa Campos Coelho, titular da 5ª Promotoria de Goianésia, e a promotora Yule Reis Mota, membra do GAEJuri, atuaram em conjunto para apresentar as provas e sustentar a condenação dos acusados. A sessão foi presidida pelo juiz Flávio Fiorentino de Oliveira.

 

 

 

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